Os médicos do SUS contra a Covid-19

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Os profissionais da saúde do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) são os grandes heróis dessa pandemia 

 

No contexto atual em que estamos vivendo, não há a menor dúvida de quem são os verdadeiros heróis nacionais: os profissionais da área da saúde. São eles que estão enfrentando a epidemia do coronavírus, colocando suas vidas em risco diariamente para salvar tantas outras. No Brasil, então, o que eles deveriam receber é a mais pura admiração e o mais profundo agradecimento, principalmente quando falamos do SUS, o Sistema Único de Saúde, que abrange o país inteiro. 

O SUS, instituído por meio da Constituição de 1988, foi baseado no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) e é de extrema importância para o povo brasileiro, que pode ter acesso gratuito à medicação e a tratamentos desde o mais simples ao mais complexo. O Brasil é, atualmente, o único país do mundo com mais de 200 milhões de habitantes a ter um sistema de saúde público, universal e gratuito. Mesmo com todas as dificuldades que esse sistema possa ter por causa do tamanho do país, é graças a ele que o Brasil conseguiu (e consegue) segurar o avanço do vírus para cenários piores. Os grandes responsáveis por isso, claro, são os profissionais que atuam na área e contribuem para a recuperação dos pacientes. 

Muitas vezes lidando com turnos demasiado longos, falta de descanso e outros obstáculos, os médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem realizam verdadeiros milagres. 

E, convenhamos, se não fossem eles, teríamos muitas mais mortes, não só no Brasil como no mundo inteiro. Todos e cada um dos profissionais na linha de frente do combate à Covid-19 merecem ser parabenizados. Cada um dos casos recuperados é fruto do trabalho árduo e intenso de toda uma gama de profissionais dedicados. Portanto, quando você conhecer um médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem, ou qualquer um que tenha trabalhado nessa pandemia para salvar vidas, agradeça e mostre respeito. 

Um dos centros de combate à Covid-19 é o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, localizado na cidade de São Paulo. O hospital foi mobilizado logo no início da pandemia para atender somente pacientes afetados pelo vírus, redirecionando outros casos clínicos para hospitais e postos de saúde da região. Esse preparo permitiu ao hospital se adequar com menos dificuldade aos meses de quarentena, ao menos enquanto os leitos não estavam cheios. 

Pesquisadores desse hospital e de muitos outros, públicos, privados ou universitários, estão juntos num esforço para desenvolver uma vacina que seja capaz de imunizar contra a Covid-19. E, mais uma vez, vale ressaltar que as melhores pesquisas são feitas pelas instituições públicas brasileiras, como a Fiocruz(Fundação Oswaldo Cruz), o Instituto Vital Brazil, o Instituto Adolfo Lutz, entre outras, o que indica que o investimento nessa área é essencial para a manutenção da saúde no país. 

Mesmo quando a incidência de casos diminuir, os médicos precisarão estar a postos para conter eventuais novas ondas da doença e colocar, novamente, suas vidas em jogo. O vírus se propaga facilmente, não é um resfriado comum ou uma gripe, portanto ao sair: use máscara e mantenha a distância social, tanto para proteger a si quanto aqueles que estão ao seu redor, e em respeito aos que enfrentam essa doença todos os dias. 

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Sobre o Colunista:

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